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Por Mauro de Alvarenga Peixoto 11/08/2017 - 11:21:57   |  Atualizado em 11/08/2017 - 11:22:08
 
É impossível falar da situação do Brasil sem entender a agenda do capital financeiro internacional
 
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É impossível falar da situação do Brasil sem entender a agenda do capital financeiro internacional e das oligarquias nacionais, e particularmente, o desespero para impor duras medidas de austeridade para uma população pobre que já sofreu muito.


Michel Temer, depois de assumir a presidência, foi a Nova York conversar com representantes de fundos de investimentos e empresários, e disse que os motivos da destituição de Dilma do governo não foram as manobras contábeis pelas quais foi acusada, e sim por não querer impor o grau de austeridade desejado pelo capital internacional e empresários brasileiros.


Foi por isso que Temer foi colocado no poder: para “reformar” a Previdência e leis trabalhistas visando aumentar a jornada de trabalho e reduzir aposentadorias e benefícios. É isso que se trata aqui. É incrível como sempre que Temer dá sinais de permanecer no poder, o real sobre, assim como a bolsa de valores. Quando ele parece estar em apuros, a moeda e o mercado de ações brasileiro perdem força. O capital internacional quer Temer no poder, porque ele é o único disposto a adotar medidas de austeridade, pois já é tão impopular que não pode mais se candidatar. Então, ele não liga, e continua se mantendo disposto a fazer o trabalho sujo.


Por outro lado, quando Lula foi condenado, o que, até presentemente, impossibilita a sua candidatura em 2018, o que aconteceu com o real? Disparou frente ao dólar, e a bolsa brasileira subiu, porque o capital internacional quer que a direita esteja no poder no Brasil.


Assim sendo, o que está em jogo é a tentativa de reverter as vantagens conquistadas pelos mais pobres durante os governos do PT, ou seja, aumentar a jornada de trabalho, reduzir benefícios e transferir renda dos brasileiros mais pobres de volta para as oligarcas. Foi por isso que Dilma foi afastada e Temer está no poder, e é por isso que querem deixar Lula inelegível. É isso que está em jogo em todas essas manobras.


Esse é o pensamento do jornalista Glenn Greenwald, vencedor do Prêmio Pulitzer, que é um prêmio norte-americano outorgado às pessoas que realizem trabalhos de excelência no jornalismo, na literatura e na composição musical. O Prêmio Pulitzer é administrado pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque e foi criado em 1917.


 

 
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