<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal;page-break-after:avoid; mso-outline-level:8"><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">As origens da família Vieira da Rosa prendem-se a dois irmãos oriundos de Portugal no último quartel do século XIX. Após o desembarque no porto de Santos, um deles decidiu seguir para Porto Alegre, enquanto o outro ? de nome Francisco Vieira da Rosa ? optou pela cidade de Bicas,&nbsp;localizada cerca de 40 km de Juiz de Fora, cidade em que Francisco se casou com Olívia Gomes, com ela gerando seu primogênito Waldemar Vieira da Rosa, nascido em 14 de julho de 1891.</span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Waldemar tinha apenas 5 anos de idade quando Francisco e Olívia resolveram se mudar para Vassouras, passando o casal e o filho a morar em uma casa nas proximidades da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, cuja frontaria se voltava para uma das ruas laterais da então sede da prefeitura da cidade, prédio que hoje abriga a câmara de vereadores vassourense.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">No grande jardim central de Vassouras (a famosa Praça Barão de Campo Belo), o pequeno Waldemar logo se afeiçoou a uma vizinha da outra rua, a pequena Rosa Guarini. Foi uma infância tranquila de brincadeiras e aprendizado de vida que durou dos 5 aos 14 anos do menino. Entretanto, a partir dessa idade, a amizade pré-adolescente transformou-se em um namoro que durou até os 18 anos, quando ambos resolveram instituir um noivado logo aprovado por ambas as famílias. <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">O casamento não tardou a acontecer, e por conta de suas responsabilidades como marido, Waldemar deslocou-se para Governador Portela objetivando trabalhar na Estrada de Ferro Central do Brasil. Seu processo de admissão não durou muito tempo, pois em 6 de maio de 1915 ele se viu contratado como servente da ferrovia, sendo promovido em 18 de setembro do mesmo ano como Servente de 1ª Classe. Contudo, em face de seus ótimos serviços e da aplicação e responsabilidade que demonstrava no emprego, Waldemar acabou sendo levado para a 2ª Residência do Ramal de São Paulo no mesmo dia em que deveria assumir a 2ª Residência de Portela, ou seja, em 18 de setembro de 1915. Permaneceu na ferrovia paulista até o ano de 1921, quando finalmente seus pedidos de retorno à Portela foram atendidos e ele pôde estabelecer residência definitiva com a família na cidade que já adotara como sua.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Waldemar e Rosa moraram toda a vida junto à linha férrea que conectava Portela à Vassouras, a chamada ferrovia do motriz. Com efeito, os Vieira da Rosa constituíram a mais antiga de todas as famílias que viveram naquela área, razão pela qual a rua que surgiu em lugar dos trilhos, após a desativação do ramal de Vassouras, acabou sendo batizada com o nome de Waldemar Vieira da Rosa, uma das duas homenagens de reconhecimento ao ferroviário que se tornou um dos pintores mais conhecidos e competentes da estrada de ferro. A outra lembrança remete-se à escola do Futurista.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Com efeito, em 1978 o vereador Roberto Ricardo Pires Vieira (Roberto Mazinho, neto de Waldemar) procurava um terreno para a construção de uma escola naquele recanto de Portela. Consultando o tio Edno, este prontamente se dispôs a colaborar com o bairro onde residia com sua família e administrava um armazém de secos e molhados. Edno fez a doação do terreno e a área foi prontamente utilizada pelo então prefeito Manoel Guilherme Barbosa (Nelzinho), que levantou a escola ali, colocando o nome de Waldemar para alegria do filho Edno e demais familiares.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Entre 1937-1938, Waldemar passou a reunir vizinhos e amigos (entre eles Ramiro Castilho, Lindolfo Martins dos Santos, João Caetano e Justino Bastos) para leituras e interpretações do Evangelho Espírita, grupo que acabou fundando o Centro Espírita Luiz Gonzaga, espaço ampliado em 1942, inclusive com a construção de um albergue (com banheiros e dependências masculinas e femininas) destinado a abrigar pobres e pedintes que não tinham onde passar as noites. Ali, sempre era servida uma sopa, jantar ou café reforçado, tudo preparado por D. Rosa, esposa de Waldemar. O Centro Espírita Luiz Gonzaga continua até hoje em atividade em Governador Portela, realizando reuniões de estudos mediúnicos e conferências espirituais.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Waldemar e Rosa trouxeram ao mundo 11 filhos, a saber: Leda (05.08.1915), Waldemar Junior (25.01.1917), Ivone (14.03.1919), Wilson (21.12.1920), Elison (25.09.1922), Edno (01.03.1925), Dalpes (21.08.1926), Dalva (22.11.1928), Conceição Aparecida (26.02.1931), Joel (30.09.1933) e Ísis (20.09.1936).<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Waldemar Vieira da Rosa faleceu em 29 de setembro de 1968, depois de completar 77 anos. Curiosamente, a esposa Rosa o seguiu um mês e quinze dias depois ou, mais exatamente, em 13 de novembro de 1968.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">A escola, ainda em plena atividade, atende apenas a Educação Infantil, com 19 crianças no Pré I, 17 crianças no Pré II e 24 no Pré III, números registrados em agosto de 2017.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right;line-height:normal;page-break-after:avoid;mso-outline-level: 8"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Rua Comandante Paulo Emílio, s/n ? Bairro Futurista ? Governador Portela<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right;line-height:normal;page-break-after:avoid;mso-outline-level: 8"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Total de alunos em agosto de 2017: 60<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right;line-height:normal;page-break-after:avoid;mso-outline-level: 8"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Telefone: 2484-5061<o:p></o:p></span></p>