Aniversário de Jorge Jansen marca volta às pistas e lançamento de livro

Jorge também voltou às pistas de motocross com uma Honda CRF 230cc, trazendo o lendário Mausoléu de volta para acelerar pesado novamente.

12/07/2019 Esportes Edição 250


O evento foi impecavelmente organizado pela anfitriã Anna Elisabeth carinhosamente chamada por Beth, esposa de Jorge, que recebeu os amigos do marido na Chácara da tradicional família Haddock Lobo, no alto da Aninha Moura, em Miguel Pereira. Os que ficaram com medo da chuva perderam um grande evento, mas 2020 está chegando.

Jorge Jansen, conhecido nas pistas como Mausoléu, foi um dos precursores do motocross no estado do Rio de Janeiro nas décadas de 70 a 90, quando se dedicou à carreira jurídica, tendo sido advogado e defensor público.

Recém-aposentado, Jorge Jansen está se dedicando à conclusão do livro sobre Sérgio Moro e a sentença que condenou e mantém o ex-presidente Lula preso até hoje, sem qualquer prova.

Jorge também voltou às pistas de motocross com uma Honda CRF 230cc, trazendo o lendário Mausoléu de volta para acelerar pesado novamente. Junto com Haddock Lobo, o Alemão, Mário Calcia e Ninô, da Fazenda Santa Rosa em Vassouras, o quarteto volta na categoria sênior, fazendo a juventude voltar à flor da pele.

No churrasco, feito pelo chef Guilherme do restaurante Estação Grill, estiveram presentes figuras ilustres como João Mendes, que além de ter sido também um dos precursores do esporte no Rio, vem de uma família tradicional do audiovisual (seu avô participou da montagem do estrondoso programa Noite de Gala na década de 60, e que foi o inspirador do Fantástico da Rede Globo). Com esse currículo familiar e esse DNA, João Mendes se dedicou a ser o guardião das imagens e da história do esporte de duas rodas e das 4 rodas, veículos que testa com o mesmo sucesso e o entusiasmo de sempre.

Como não poderia faltar, a família Assis Paim Cunha participou da homenagem ao velho Mausoléu. Foi na Fazenda da família Assis Paim Cunha que o motocross surgiu e ganhou força desde a década de 70. Ninô e Glorinha foram os primeiros a chegar, levando carinho e reconhecimento à história do amigo.

As filhas Priscila, Simone, com Heloísa e Márcia e Marina com Beth vieram do Rio para abraçar o pai e amigo. Filhas irmanadas e apaixonadas pelo pai, participaram ativamente da homenagem ao velho lobo das pistas.