O Santo Graal

O mito ário-semita da conquista do Santo Graal, do Monte Santo, da iniciação, com seu simbolismo...

 02/06/2017     Religiosidade   
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O mito ário-semita da conquista do Santo Graal, do Monte Santo, da iniciação, com seu simbolismo, contos das Mil e Uma Noites, e ainda com a música de Wagner, tem origem nos Celtas da Irlanda, que escaparam do afundamento da Atlântida - escaparam com seus líderes Ogma e Rama para o Norte e Leste, Hércules escapou do Jardim das Hespérides, na Ilha de Posseidon, para a Ibéria, Quetzacoatl para a América e por último escapou o Noé Bíblico! Assim, o Santo Graal representa aquilo que foi perdido com a queda ou Kali-yuga, a partir das dimensões invisíveis, e que deve ser reencontrado pelos justos, pelos cavaleiros andantes, para trazer outra vez a Idade de Ouro à Terra, o Paraíso à Terra, os Campos Elíseos à Terra!

Assim como o Cristo tem sido depreciado, profanado, crucificado espiritualmente por seus seguidores, assim também os eclesiásticos, que não querem perder a profissão de “intermediários” entre Deus e os homens, fizeram uma conspiração de silêncio sobre a vasta literatura do Santo Graal, quando não tentaram “cristianizá-la”! Do mesmo modo, Cervantes, com a sátira de seu “Dom Quixote”, tentou ridicularizar essas lendas, essas, fábulas dos trovadores da Idade Média, que trazem nas entrelinhas verdades das dimensões invisíveis - essas fábulas tentam rememorar o tempo em que as primeiras raças da Atlântida viviam ainda em contatos com os Deuses ou Anjos! Os livros da cavalaria são fábulas disfarçadas sob o véu de romances cavaleirescos e de mentiras ou falsidades físicas! Mas, como dizem os indianos, o machado que penetrou na árvore do sândalo, tentando derrubá-la, ficou apenas com o seu perfume - essas sátiras e conspirações de silêncio não conseguiram derrubá-la! Assim, a atual humanidade está pagando bem caro essas profanações, pois os cavaleiros que demandavam o Santo Graal, e também “Dom Quixote”, foram substituídos pelos Sanchos Panças da realidade positivista, que é ilusória, pelos vulgares escudeiros materialistas, de triste memória e figura!

Portanto, os Campos Elíseos da Quarta ou Quinta Dimensão é o Paraíso perdido, que os justos devem reencontrar, por seus atos na Terra! Os moradores bem-aventurados dos Campos Elíseos acham-se adaptados naquele ambiente venturosos, e não desejam coisa alguma além disso - sentem-se felizes com a Luz do Santo Graal, que enche o seu mundo e os seus corações! A Fonte de sua Felicidade vem do perene manancial do próprio Ser, da Essência Incriada, da Luz Incriada, do Verdadeiro Deus! Seus rostos irradiam Eterna Juventude, bem - aventurança, alegria e glória divinas - a Fonte do Júbilo, que é o Santo Graal, está neles! A Felicidade de todos é sempre Plena e sempre Nova! 

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(24) 2484-1361  |  Manuel Ribeiro Barbosa